
Não sou prisioneiro da razão. Já disse: Deus. Quero liberdade na salvação: como alcançá-la? Prazeres frívolos já me abandonaram. Basta de devido amor e amor divino. Não lastimo o século dos corações sensíveis. Cada qual tem sua razão, desprezo e caridade: mantenho meu lugar no alto dessa escada angélica de bom senso.
Quanto à felicidade convencional, doméstica ou não… não, não aguento. Sou por demais devasso, fraco demais. A vida floresce com o trabalho, velha verdade: mas eu, não acho a vida assim pesada, ela se evola e flutua longe muito acima da ação, ponto axial do mundo.
